Cursos
O grupo que representa os brigadistas, devidamante preparados, com formação técnica (teórica e prática), têm a função de extirparem qualquer foco de incêndio. A ação destas pessoas é vital nos primeiros cinco minutos de combate. Por serem trabalhadores locais, tornam a ação mais rápida, mesmo porque, conhecem suas áreas e seus riscos.
A ação rápida, antes da chegada do Corpo de Bombeiros resulta na prevenção de vidas, patrimônio e meio ambiente. Com toda essa importância, a Brigada de Incêndio está prevista pela legislação em todos os níveis de governo, federal, estadual e municipal.
Treinamento de brigadas contra incêndio
Características do brigadista:
• Conhecimento da natureza, forma e início (aspectos físicos e químicos) dos focos de incêndio.
• Conhecimento de equipamentos, técnicas e táticas para o combate.
• Tão importante quanto o conhecimento para a ação de combate, o brigadista também é treinado para aplicar princípios básicos de prevenção.
• É treinado para assumir um padrão de comportamento que permite atitudes adequadas, rápidas e seguras, isentas de pânico.
• É um profissional preparado para garantir níveis de segurança aos ocupantes locais, bem como ao patrimônio.
• Por fim, tem o conhecimento necessário para manter os equipamentos de combate a incêndio organizados, limpos e em perfeitas condições de uso.
Importância do treinamento:
A brigada é primordial para evitar perda de vidas, preservação do meio ambiente e do patrimônio. A prevenção é a melhor estratégia a ser adotada... muito mais simples do que o combate, e com custos reduzidos.
Porém existem restrições que devem ser consideradas:
• É terminantemente proibida a participação de pessoas com problemas cardíacos, hipertensas, gripadas, resfriadas e portadoras de deficiências respiratórias.
• É recomendável que se evite o uso, durante o treinamento, de roupas justas e tecidos como jeans stretch, nylon, cetim, lycra ou lã.
• É proibido trajes como camiseta, bermuda ou chinelo. É recomendável o uso de camisa de manga longa e calça comprida.
• Deve-se evitar também o uso de objetos metálicos: jóias, relógios, óculos ou lentes de contato.
A ação rápida, antes da chegada do Corpo de Bombeiros resulta na prevenção de vidas, patrimônio e meio ambiente. Com toda essa importância, a Brigada de Incêndio está prevista pela legislação em todos os níveis de governo, federal, estadual e municipal.
Treinamento de brigadas contra incêndio
Características do brigadista:
• Conhecimento da natureza, forma e início (aspectos físicos e químicos) dos focos de incêndio.
• Conhecimento de equipamentos, técnicas e táticas para o combate.
• Tão importante quanto o conhecimento para a ação de combate, o brigadista também é treinado para aplicar princípios básicos de prevenção.
• É treinado para assumir um padrão de comportamento que permite atitudes adequadas, rápidas e seguras, isentas de pânico.
• É um profissional preparado para garantir níveis de segurança aos ocupantes locais, bem como ao patrimônio.
• Por fim, tem o conhecimento necessário para manter os equipamentos de combate a incêndio organizados, limpos e em perfeitas condições de uso.
Importância do treinamento:
A brigada é primordial para evitar perda de vidas, preservação do meio ambiente e do patrimônio. A prevenção é a melhor estratégia a ser adotada... muito mais simples do que o combate, e com custos reduzidos.
Porém existem restrições que devem ser consideradas:
• É terminantemente proibida a participação de pessoas com problemas cardíacos, hipertensas, gripadas, resfriadas e portadoras de deficiências respiratórias.
• É recomendável que se evite o uso, durante o treinamento, de roupas justas e tecidos como jeans stretch, nylon, cetim, lycra ou lã.
• É proibido trajes como camiseta, bermuda ou chinelo. É recomendável o uso de camisa de manga longa e calça comprida.
• Deve-se evitar também o uso de objetos metálicos: jóias, relógios, óculos ou lentes de contato.
EQ - BAS - Emergência com Produtos Químicos - 8 horas
Em cumprimento à NBR 14.276 - Brigada de Incêndio, e à IT 32, do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, e ISO 14000, que tratam de emergências químicas e meio ambiente.
Objetivo:
Apresentar os riscos em acidentes envolvendo produtos químicos, identificação do produto e seus riscos, equipamentos de proteção pessoal, equipamentos de contenção e absorção.
Público Alvo:
Todas as pessoas que manuseiam produtos químicos, brigadistas, bombeiros, técnicos de segurança, e outros, que estejam envolvidos no trabalho e manuseio de produtos químicos.
Conteúdo:
Estudos de casos, conhecimentos básicos de toxicologia, identificação de produtos químicos e seus riscos, equipamentos de proteção pessoal, contenção, absorventes. Treinamento teórico e prático.
Duração:
8 horas - um dia
Nímero de Participantes:
Pode ser um treinamento teórico prático e o número máximo é de 20 pessoas.
Pré Requisitos:
Estar em boas condições físicas. Será necessário apresentar um atestado de saúde, como apto para o treinamento.
EQ - INT - Emergências Químicas - 24 horas
Em cumprimento à NBR 14.276 - Brigada de Incêndio, e à IT 32 - do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo e ISO 14000, que tratam de emergências químicas e meio ambiente.
Objetivo:
Esse treinamento visa capacitar técnicos com conhecimento sobre os riscos envolvidos nos acidentes com produtos químicos perigosos.
Público Alvo:
Brigadistas, bombeiros, técnicos de segurança, engenheiros de segurança, e outros, que estejam envolvidos no trabalho e manuseio de produtos químicos.
Conteúdo:
Conceitos gerais - teórico - conceitos químicos básicos, princípios da toxicologia industrial, identificação de produtos químicos, procedimentos operacionais gerais em acidentes envolvendo produtos perigosos.
Proteção Pessoal - uso de roupas de proteção química, uso de equipamentos de proteção respiratória, contenção de vazamentos, uso de equipamentos de contenção e uso de absorventes, descontaminação da equipe e equipamentos, e descontaminação de emergência.
Simulados práticos - sistema de comando de incidentes - Os simulados práticos envolverão exercícios para praticar a identificação de produtos químicos, contenção de vazamentos em situações diversas, exercitar a escolha correta do tipo correto de equipamentos de proteção individual, exercitar o sistema de comando de incidentes, uso de fontes de informações sobre produtos químicos, para tomada de decisões a partir das informações recolhidas na identificação dos produtos.
Duração:
24 horas - 3 dias
Nímero de Participantes:
Por ser um treinamento teórico prático, o número máximo é de 20 pessoas.
Pré Pequisitos:
Estar em boas condições físicas. Será necessário apresentar um atestado de saúde, como apto para o treinamento.
EC - TR - Entrada e trabalho em espaços confinados trabalhadores e vigias
Em cumprimento à Portaria MTE nº 202, de 22 / 12 / 06, publicada no Diário Oficial da União em 27 / 12 / 06, Norma Regulamentadora nº33 (NR 33), e a NBR 14.787, que tratam de Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados.
Objetivos:
Apresentar os riscos envolvidos nos trabalhos em espaços confinados, e as técnicas seguras de realizar uma entrada, e trabalho no interior.
Público Alvo:
Trabalhadores, vigias, soldadores, eletricistas, mecânicos, ajudantes, pessoal de manutenção em geral, e todo o pessoal envolvido em trabalho no interior de espaço confinado.
Conteúdo:
Definições de espaço confinado, reconhecimento, avaliação e controle de riscos, funcionamento de equipamentos utilizados, procedimentos e utilização da Permissão de Entrada e Trabalho, e noções de resgate e primeiros socorros. Treinamento teórico e prático.
Duração:
16 horas - 2 dias
Número de participantes:
Máximo 20 pessoas
Pré Requisitos:
Estar em boas condições físicas. Será necessário apresentar um atestado de saúde, como apto para o treinamento.
EC - SUP - Entrada e trabalho em espaços confinados - Supervisor
Em cumprimento à Portaria MTE nº 202 de 22 / 12 / 06, publicada no Diário Oficial da União, em 27 / 12 / 06, Norma Regulamentadora nº 33 (NR 33), e a NBR 14.787, que tratam de Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados.
Objetivos:
Apresentar os riscos envolvidos nos trabalhos em espaços confinados, uso da permissão de entrada, técnicas seguras de realizar uma entrada, e trabalho no interior, primeiros socorros e técnicas básicas de resgate para espaço confinado.
Público Alvo:
Brigadistas, bombeiros, técnicos de segurança, supervisores, e todas as pessoas que estejam envolvidas com a liberação dos trabalhos em espaços confinados.
Conteúdo:
Definições de espaço confinado, legislação de segurança e saúde no trabalho, reconhecimento, identificação de espaços confinados, avaliação e controle de riscos, critérios de indicação e uso de equipamentos para controle de riscos, conhecimento sobre práticas seguras em espaços confinados, programa de proteção respiratória, funcionamento de equipamentos utilizados, procedimentos e utilização da Permissão de Entrada e operações de salvamento. Treinamento teórico e prático.
Duração:
40 horas - 5 dias
Número de Participantes:
Máximo 20 pessoas
Pré Requisitos:
Estar em boas condições físicas. Será necessário apresentar um atestado de saúde, como apto para o treinamento.
REC - BAS - Resgate em Espaço Confinado - Básico
Em cumprimento à Portaria MTE nº202, de 22 / 12 / 06, publicada no Diário Oficial da União, em 27 / 12 / 06, Norma Regulamentadora nº 33 (NR 33), e a NBR 14 787, que tratam de Segurança de Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados.
Objetivos:
Apresentar os riscos envolvidos nos trabalhos em espaços confinados, e as técnicas básicas de resgate com segurança.
Público Alvo:
Todas as pessoas que estejam envolvidas com a liberação e o trabalho em espaço confinado.
Conteúdo:
Definição e identificação dos espaços confinados, conhecimento dos riscos envolvidos nos trabalhos em espaços confinados, gerenciamento de emergência em espaços confinados, técnicas básicas de resgate em ambiente vertical, uso de proteção respiratória,primeiros socorros aplicados a espaços confinados, manuseio de vítimas.
Duração:
24 horas - 3 dias
Número de participantes:
Máximo 16 pessoas
Pré Requisitos:
Estar em boas condições físicas. Será necessário apresentar um atestado de saúde, como apto para o treinamento.
REC - AV - Resgate em Espaço Confinado Avançado
Em cumprimento à Portaria MTE nº202, de 22 / 12 / 06, publicada o Diário Oficial da União, em 27 / 12 / 06, Norma Regulamentadora nº 33 (NR 33), e a NBR 14 787, que tratam de Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados.
Objetivos:
Apresentar os riscos envolvidos nos trabalhos em espaços confinados, e as técnicas básicas de resgate em espaços confinados e ambientes verticais.
Público Alvo:
Engenheiros, técnicos de segurança, bombeiros, brigadistas e todo pessoal envolvido nas operações de resgate em espaços confinados.
Conteúdo:
Definição e identificação dos espaços confinados, conhecimento dos riscos envolvidos nos trabalhos em espaços confinados, gerenciamento de emergência em espaços confinados, técnicas básicas de resgate em ambiente vertical, uso de proteção respiratória, primeiros socorros aplicados a espaços confinados, manuseio de vítimas, movimentação de macas.
Duração:
40 horas - 5 dias
Número de Participantes:
Máximo 16 pessoas
Pré Requisitos:
Estar em boas condições físicas. Será necessário apresentar atestado de saúde, como apto para o treinamento.
BIC - Brigada de Incêndio - Coordenador
Em atendimento à Lei nº 6515 / 77 - Portaria nº 3214 /78 - NR 23, Decreto Estadual nº 46076 / 01 - Instrução Técnica nº 17 e NBR nº 14.276 / 07, da ABNT.
Objetivos:
Preparar os Coordenadores de Brigadas para a responsabilidade geral de Prevenção e Combate a Incêndio de todas as edificações que compõem uma planta, focando sua composição, organização, atividade e treinamento.
Público Alvo:
Pessoa escolhida para Diretoria / Gerência da empresa, ou dentre os brigadistas que tenham sido aprovados no processo seletivo.
Conteúdo:
Estudo: IT 14 e 17 do Decreto Estadual / SP n º 46076 / 01 (definição de Carga Incêdio Específica nas Edificações e Áreas de Risco, Percentual de Cálculo da Brigada de Incêndio), NBR nº 14276 e 14277 da ABNT, Simulados Práticos de Combate a Incêndio com a coordenação do aluno.
Duração:
16 horas - 2 dias
Número de Participantes:
Máximo 20 pessoas
Pré Requisitos:
Estar em boas condições físicas. Será necessário apresentar atestado de saúde, como apto para o treinamento.
BII - Brigada de Incêndio - Instrutor
Em atendimento à Lei nº 6515 / 77 - Portaria nº 3214 / 78 - NR 23, Decreto Estadual nº 46076 / 01 - Instrução Técnica nº 17 e NBR nº 14276 / 07, da ABNT.
Objetivos:
Preparar os profissionais com formação em Higiene, Segurança e Medicina do Trabalho para ministrarem treinamentos teóricos e práticos de Prevenção e Combate a Incêndio.
Público Alvo:
Profissionais técnicos e/ou engenheiros com formação em Higiene Segurança e Medicina do Trabalho, e os militares das Forças Armadas, das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares, que possuam especialização em Prevenção e Combate a Incêndio (carga horária mínima de 60 horas) e técnicas de emergências médicas (carga horária mínima 40 horas).
Conteúdo:
Estudo: NR 23 da Portaria nº 3214 da Lei nº 6.514, IT 14 e 17 do Decreto Estadual / SP nº 46076 / 01 (definição de Carga Incêndio Específica nas Edificações e Áreas de Risco, percentual de cálculo da Brigada de Incêndio), NBR nº 14 276 e 14 277 da ABNT,Simulados de aulas teóricas de Teoria de Incêndio e Primeiros Socorros, simulados de aulas práticas de primeiros Socorros e Combate a Incêndio.
Duração:
32 horas - 4 dias
Número de Participantes:
Máximo 20 pessoas
Pré Requisitos:
Estar em boas condições físicas. Necessário apresentar atestado de saúde, como apto para o treinamento. Ter formação em Higiene de Segurança e Medicina do Trabalho ou Militares.
RAV - BAS - Resgate em ambiente vertical - Básico
Em atendimento à Portaria MTE 3214, NR 6, NR 10, NR 18 e NBR 14 787 da ABNT.
Objetivo:
Propiciar ao aluno a teoria e a vivência prática do trabalho em altura seguro. Desenvolver senso crítico quanto à questão da segurança para as mais variadas possibilidades de trabalho em ambiente vertical. Treinar técnicas de resgate simples, para rápida aplicação em situação de emergência.
Público Alvo:
Todas as pessoas que necessitem do conhecimento inerente ao trabalho em altura seguro, para atuar profissionalmente em ambientes verticais, e que desejem aprender técnicas de resgate.
Conteúdo:
Serão apresentados sólidos embasamentos teóricos sobre os procedimentos e equipamentos especificos para o trabalho em altura. Os alunos verão na prática os princípios e técnicas de ancoragens,nós, segurança com cordas, sistema de redução de força. Há um dia para trabalhar em cima do tema resgate simples, que pressupõe treinamentos técnicos e rápidos para transportar a vítima ao solocom segurança, diminuindo assim o tempo de resposta à emergência. Todo o treinamento é feito com inúmeros exercícios práticos.
Duração:
24 Horas - 3 dias
Número de Participantes:
Máximo 12 alunos para 2 instrutores.
Pré Requisitos:
Estar em boas condições físicas. Necessário apresentar atestado de saúde, como apto para o treinamento.
TA - BAS - Trabalho em Altura
Em atendimento à portaria MTE 3214, NR 6, NR 10 e NR 18, sobre uso de equipamentos de proteção individual e trabalho em altura.
Objetivo:
Propiciar ao aluno a teoria e a vivência prática do trabalho em altura seguro. Desenvolver senso crítico quanto à questão da segurança para as mais variadas possibilidades de trabalho em ambiente vertical.
Público Alvo:
Todas as pessoas que necessitem do conhecimento inerente ao trabalho em altura seguro, para atuar profissionalmente em ambientes verticais.
Conteúdo:
Serão apresentados embasamentos teóricos sobre os procedimentos e equipamentos específicos para o trabalho em altura.Serão apresentados princípios e técnicas de ancoragens, nós, segurança com cordas, sistema de subidas e descidas por cordas. O treinamento é eminentemente prático.
Duração:
16 Horas - 2 dias
Número de participantes:
Relação professor / aluno = 1 : 6. Máximo de 12 alunos para 2 professores.
Pré Requisitos:
Estar em boas condições físicas. Será necessário apresentar atestado de saúde, como apto para o treinamento.
Em cumprimento à NBR 14.276 - Brigada de Incêndio, e à IT 32, do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, e ISO 14000, que tratam de emergências químicas e meio ambiente.
Objetivo:
Apresentar os riscos em acidentes envolvendo produtos químicos, identificação do produto e seus riscos, equipamentos de proteção pessoal, equipamentos de contenção e absorção.
Público Alvo:
Todas as pessoas que manuseiam produtos químicos, brigadistas, bombeiros, técnicos de segurança, e outros, que estejam envolvidos no trabalho e manuseio de produtos químicos.
Conteúdo:
Estudos de casos, conhecimentos básicos de toxicologia, identificação de produtos químicos e seus riscos, equipamentos de proteção pessoal, contenção, absorventes. Treinamento teórico e prático.
Duração:
8 horas - um dia
Nímero de Participantes:
Pode ser um treinamento teórico prático e o número máximo é de 20 pessoas.
Pré Requisitos:
Estar em boas condições físicas. Será necessário apresentar um atestado de saúde, como apto para o treinamento.
EQ - INT - Emergências Químicas - 24 horas
Em cumprimento à NBR 14.276 - Brigada de Incêndio, e à IT 32 - do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo e ISO 14000, que tratam de emergências químicas e meio ambiente.
Objetivo:
Esse treinamento visa capacitar técnicos com conhecimento sobre os riscos envolvidos nos acidentes com produtos químicos perigosos.
Público Alvo:
Brigadistas, bombeiros, técnicos de segurança, engenheiros de segurança, e outros, que estejam envolvidos no trabalho e manuseio de produtos químicos.
Conteúdo:
Conceitos gerais - teórico - conceitos químicos básicos, princípios da toxicologia industrial, identificação de produtos químicos, procedimentos operacionais gerais em acidentes envolvendo produtos perigosos.
Proteção Pessoal - uso de roupas de proteção química, uso de equipamentos de proteção respiratória, contenção de vazamentos, uso de equipamentos de contenção e uso de absorventes, descontaminação da equipe e equipamentos, e descontaminação de emergência.
Simulados práticos - sistema de comando de incidentes - Os simulados práticos envolverão exercícios para praticar a identificação de produtos químicos, contenção de vazamentos em situações diversas, exercitar a escolha correta do tipo correto de equipamentos de proteção individual, exercitar o sistema de comando de incidentes, uso de fontes de informações sobre produtos químicos, para tomada de decisões a partir das informações recolhidas na identificação dos produtos.
Duração:
24 horas - 3 dias
Nímero de Participantes:
Por ser um treinamento teórico prático, o número máximo é de 20 pessoas.
Pré Pequisitos:
Estar em boas condições físicas. Será necessário apresentar um atestado de saúde, como apto para o treinamento.
EC - TR - Entrada e trabalho em espaços confinados trabalhadores e vigias
Em cumprimento à Portaria MTE nº 202, de 22 / 12 / 06, publicada no Diário Oficial da União em 27 / 12 / 06, Norma Regulamentadora nº33 (NR 33), e a NBR 14.787, que tratam de Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados.
Objetivos:
Apresentar os riscos envolvidos nos trabalhos em espaços confinados, e as técnicas seguras de realizar uma entrada, e trabalho no interior.
Público Alvo:
Trabalhadores, vigias, soldadores, eletricistas, mecânicos, ajudantes, pessoal de manutenção em geral, e todo o pessoal envolvido em trabalho no interior de espaço confinado.
Conteúdo:
Definições de espaço confinado, reconhecimento, avaliação e controle de riscos, funcionamento de equipamentos utilizados, procedimentos e utilização da Permissão de Entrada e Trabalho, e noções de resgate e primeiros socorros. Treinamento teórico e prático.
Duração:
16 horas - 2 dias
Número de participantes:
Máximo 20 pessoas
Pré Requisitos:
Estar em boas condições físicas. Será necessário apresentar um atestado de saúde, como apto para o treinamento.
EC - SUP - Entrada e trabalho em espaços confinados - Supervisor
Em cumprimento à Portaria MTE nº 202 de 22 / 12 / 06, publicada no Diário Oficial da União, em 27 / 12 / 06, Norma Regulamentadora nº 33 (NR 33), e a NBR 14.787, que tratam de Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados.
Objetivos:
Apresentar os riscos envolvidos nos trabalhos em espaços confinados, uso da permissão de entrada, técnicas seguras de realizar uma entrada, e trabalho no interior, primeiros socorros e técnicas básicas de resgate para espaço confinado.
Público Alvo:
Brigadistas, bombeiros, técnicos de segurança, supervisores, e todas as pessoas que estejam envolvidas com a liberação dos trabalhos em espaços confinados.
Conteúdo:
Definições de espaço confinado, legislação de segurança e saúde no trabalho, reconhecimento, identificação de espaços confinados, avaliação e controle de riscos, critérios de indicação e uso de equipamentos para controle de riscos, conhecimento sobre práticas seguras em espaços confinados, programa de proteção respiratória, funcionamento de equipamentos utilizados, procedimentos e utilização da Permissão de Entrada e operações de salvamento. Treinamento teórico e prático.
Duração:
40 horas - 5 dias
Número de Participantes:
Máximo 20 pessoas
Pré Requisitos:
Estar em boas condições físicas. Será necessário apresentar um atestado de saúde, como apto para o treinamento.
REC - BAS - Resgate em Espaço Confinado - Básico
Em cumprimento à Portaria MTE nº202, de 22 / 12 / 06, publicada no Diário Oficial da União, em 27 / 12 / 06, Norma Regulamentadora nº 33 (NR 33), e a NBR 14 787, que tratam de Segurança de Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados.
Objetivos:
Apresentar os riscos envolvidos nos trabalhos em espaços confinados, e as técnicas básicas de resgate com segurança.
Público Alvo:
Todas as pessoas que estejam envolvidas com a liberação e o trabalho em espaço confinado.
Conteúdo:
Definição e identificação dos espaços confinados, conhecimento dos riscos envolvidos nos trabalhos em espaços confinados, gerenciamento de emergência em espaços confinados, técnicas básicas de resgate em ambiente vertical, uso de proteção respiratória,primeiros socorros aplicados a espaços confinados, manuseio de vítimas.
Duração:
24 horas - 3 dias
Número de participantes:
Máximo 16 pessoas
Pré Requisitos:
Estar em boas condições físicas. Será necessário apresentar um atestado de saúde, como apto para o treinamento.
REC - AV - Resgate em Espaço Confinado Avançado
Em cumprimento à Portaria MTE nº202, de 22 / 12 / 06, publicada o Diário Oficial da União, em 27 / 12 / 06, Norma Regulamentadora nº 33 (NR 33), e a NBR 14 787, que tratam de Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados.
Objetivos:
Apresentar os riscos envolvidos nos trabalhos em espaços confinados, e as técnicas básicas de resgate em espaços confinados e ambientes verticais.
Público Alvo:
Engenheiros, técnicos de segurança, bombeiros, brigadistas e todo pessoal envolvido nas operações de resgate em espaços confinados.
Conteúdo:
Definição e identificação dos espaços confinados, conhecimento dos riscos envolvidos nos trabalhos em espaços confinados, gerenciamento de emergência em espaços confinados, técnicas básicas de resgate em ambiente vertical, uso de proteção respiratória, primeiros socorros aplicados a espaços confinados, manuseio de vítimas, movimentação de macas.
Duração:
40 horas - 5 dias
Número de Participantes:
Máximo 16 pessoas
Pré Requisitos:
Estar em boas condições físicas. Será necessário apresentar atestado de saúde, como apto para o treinamento.
BIC - Brigada de Incêndio - Coordenador
Em atendimento à Lei nº 6515 / 77 - Portaria nº 3214 /78 - NR 23, Decreto Estadual nº 46076 / 01 - Instrução Técnica nº 17 e NBR nº 14.276 / 07, da ABNT.
Objetivos:
Preparar os Coordenadores de Brigadas para a responsabilidade geral de Prevenção e Combate a Incêndio de todas as edificações que compõem uma planta, focando sua composição, organização, atividade e treinamento.
Público Alvo:
Pessoa escolhida para Diretoria / Gerência da empresa, ou dentre os brigadistas que tenham sido aprovados no processo seletivo.
Conteúdo:
Estudo: IT 14 e 17 do Decreto Estadual / SP n º 46076 / 01 (definição de Carga Incêdio Específica nas Edificações e Áreas de Risco, Percentual de Cálculo da Brigada de Incêndio), NBR nº 14276 e 14277 da ABNT, Simulados Práticos de Combate a Incêndio com a coordenação do aluno.
Duração:
16 horas - 2 dias
Número de Participantes:
Máximo 20 pessoas
Pré Requisitos:
Estar em boas condições físicas. Será necessário apresentar atestado de saúde, como apto para o treinamento.
BII - Brigada de Incêndio - Instrutor
Em atendimento à Lei nº 6515 / 77 - Portaria nº 3214 / 78 - NR 23, Decreto Estadual nº 46076 / 01 - Instrução Técnica nº 17 e NBR nº 14276 / 07, da ABNT.
Objetivos:
Preparar os profissionais com formação em Higiene, Segurança e Medicina do Trabalho para ministrarem treinamentos teóricos e práticos de Prevenção e Combate a Incêndio.
Público Alvo:
Profissionais técnicos e/ou engenheiros com formação em Higiene Segurança e Medicina do Trabalho, e os militares das Forças Armadas, das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares, que possuam especialização em Prevenção e Combate a Incêndio (carga horária mínima de 60 horas) e técnicas de emergências médicas (carga horária mínima 40 horas).
Conteúdo:
Estudo: NR 23 da Portaria nº 3214 da Lei nº 6.514, IT 14 e 17 do Decreto Estadual / SP nº 46076 / 01 (definição de Carga Incêndio Específica nas Edificações e Áreas de Risco, percentual de cálculo da Brigada de Incêndio), NBR nº 14 276 e 14 277 da ABNT,Simulados de aulas teóricas de Teoria de Incêndio e Primeiros Socorros, simulados de aulas práticas de primeiros Socorros e Combate a Incêndio.
Duração:
32 horas - 4 dias
Número de Participantes:
Máximo 20 pessoas
Pré Requisitos:
Estar em boas condições físicas. Necessário apresentar atestado de saúde, como apto para o treinamento. Ter formação em Higiene de Segurança e Medicina do Trabalho ou Militares.
RAV - BAS - Resgate em ambiente vertical - Básico
Em atendimento à Portaria MTE 3214, NR 6, NR 10, NR 18 e NBR 14 787 da ABNT.
Objetivo:
Propiciar ao aluno a teoria e a vivência prática do trabalho em altura seguro. Desenvolver senso crítico quanto à questão da segurança para as mais variadas possibilidades de trabalho em ambiente vertical. Treinar técnicas de resgate simples, para rápida aplicação em situação de emergência.
Público Alvo:
Todas as pessoas que necessitem do conhecimento inerente ao trabalho em altura seguro, para atuar profissionalmente em ambientes verticais, e que desejem aprender técnicas de resgate.
Conteúdo:
Serão apresentados sólidos embasamentos teóricos sobre os procedimentos e equipamentos especificos para o trabalho em altura. Os alunos verão na prática os princípios e técnicas de ancoragens,nós, segurança com cordas, sistema de redução de força. Há um dia para trabalhar em cima do tema resgate simples, que pressupõe treinamentos técnicos e rápidos para transportar a vítima ao solocom segurança, diminuindo assim o tempo de resposta à emergência. Todo o treinamento é feito com inúmeros exercícios práticos.
Duração:
24 Horas - 3 dias
Número de Participantes:
Máximo 12 alunos para 2 instrutores.
Pré Requisitos:
Estar em boas condições físicas. Necessário apresentar atestado de saúde, como apto para o treinamento.
TA - BAS - Trabalho em Altura
Em atendimento à portaria MTE 3214, NR 6, NR 10 e NR 18, sobre uso de equipamentos de proteção individual e trabalho em altura.
Objetivo:
Propiciar ao aluno a teoria e a vivência prática do trabalho em altura seguro. Desenvolver senso crítico quanto à questão da segurança para as mais variadas possibilidades de trabalho em ambiente vertical.
Público Alvo:
Todas as pessoas que necessitem do conhecimento inerente ao trabalho em altura seguro, para atuar profissionalmente em ambientes verticais.
Conteúdo:
Serão apresentados embasamentos teóricos sobre os procedimentos e equipamentos específicos para o trabalho em altura.Serão apresentados princípios e técnicas de ancoragens, nós, segurança com cordas, sistema de subidas e descidas por cordas. O treinamento é eminentemente prático.
Duração:
16 Horas - 2 dias
Número de participantes:
Relação professor / aluno = 1 : 6. Máximo de 12 alunos para 2 professores.
Pré Requisitos:
Estar em boas condições físicas. Será necessário apresentar atestado de saúde, como apto para o treinamento.
O Desfibrilador Automático Externo (DEA) é um aparelho eletrônico portátil que diagnostica automaticamente as, potencialmente letais, arritmias cardíacas de fibrilação ventricular e taquicardia ventricular em um paciente. Além de diagnosticar, ele é capaz de tratá-las, através da desfibrilação, uma aplicação de corrente elétrica que pára a arritmia, fazendo com que o coração retome o ciclo cardíaco normal.
Decreto 49.277
De acordo com esse decreto, de 04 / 03 / 2008, a Prefeitura de São Paulo passou a obrigar o uso deste equipamneto nos seguintes locais:
- Aeroportos, Shopping Centers, Centros Empresariais, Estádios de Futebol, Hotéis, Supermercados e Hipermercados, Casas de Espetáculos e locais de trabalho com concentração acima de MIL pessoas, ou circulação média diária de TRÊS MIL pessoas ou mais; os Clubes ou Academias com mais de MIL sócios, e as Instituições Financeiras e de Ensino com a concentração ou circulação média de MIL E QUINHENTAS ou mais pessoas, deverão manter aparelho desfibrilador automático em suas dependências, determinando um fluxo que permita a disponibilidade ao paciente em até 5 minutos após constatado o problema.
O não cumprimento resulta em multa de R$ 2.000,00, podendo ser renovada semanalmente.
Conteúdo programático do curso
- Aspectos legais do Atendimento Pré-Hospitalar;
- Biossegurança e Avaliação da cena de emergência;
- Estruturação dos serviços de Emergência Médica, público ou privado;
- Avaliação inicial da vítima;
- Emergências Médicas, Crises Convulsivas (Epilepsia), Acidente Vascular Cerebral (derrame), Inferte Agudo do Miocárdio;
- Conceito da "Corrente de Sobrevivência";
- Reanimação Cardiopulmonar e Desobstrução das Vias Aéreas para vítimas com idade superior a 8 anos, conforme protocolos da American Hearth Association;
- Utilização do Ressuscitador manual tipo "AMBU";
Emprego do "DEA" - Desfibrilador Externo Automático;
Utilização de manequins para RCP, equipamentos de proteção individual para reanimação, simulador do DEA - Desfibrilador Externo Semiautomático.
Decreto 49.277
De acordo com esse decreto, de 04 / 03 / 2008, a Prefeitura de São Paulo passou a obrigar o uso deste equipamneto nos seguintes locais:
- Aeroportos, Shopping Centers, Centros Empresariais, Estádios de Futebol, Hotéis, Supermercados e Hipermercados, Casas de Espetáculos e locais de trabalho com concentração acima de MIL pessoas, ou circulação média diária de TRÊS MIL pessoas ou mais; os Clubes ou Academias com mais de MIL sócios, e as Instituições Financeiras e de Ensino com a concentração ou circulação média de MIL E QUINHENTAS ou mais pessoas, deverão manter aparelho desfibrilador automático em suas dependências, determinando um fluxo que permita a disponibilidade ao paciente em até 5 minutos após constatado o problema.
O não cumprimento resulta em multa de R$ 2.000,00, podendo ser renovada semanalmente.
Conteúdo programático do curso
- Aspectos legais do Atendimento Pré-Hospitalar;
- Biossegurança e Avaliação da cena de emergência;
- Estruturação dos serviços de Emergência Médica, público ou privado;
- Avaliação inicial da vítima;
- Emergências Médicas, Crises Convulsivas (Epilepsia), Acidente Vascular Cerebral (derrame), Inferte Agudo do Miocárdio;
- Conceito da "Corrente de Sobrevivência";
- Reanimação Cardiopulmonar e Desobstrução das Vias Aéreas para vítimas com idade superior a 8 anos, conforme protocolos da American Hearth Association;
- Utilização do Ressuscitador manual tipo "AMBU";
Emprego do "DEA" - Desfibrilador Externo Automático;
Utilização de manequins para RCP, equipamentos de proteção individual para reanimação, simulador do DEA - Desfibrilador Externo Semiautomático.
Em primeiro lugar, por se tratar de um dispositivo e exigência legal, a Brigada de Incêndio tem a função específica de prontidão, para agir de imediato, extinguindo qualquer indício de incêndio, atividade esta desenvolvida pelos chamados Bombeiros Civis, ou ainda, formada por grupos de funcionários de diversas áreas das Empresas, quer sejam de - Condomínios, Hospitais, Escolas, Indústrias, Comércio, etc., onde são chamados Brigadistas.
Sua ação é vital, nos primeiros cinco minutos de combate e extinção do fogo, antecedendo a ação do Corpo de Bombeiros.
Sua eficácia tem sidoa salvação de empresas, preservando patrimônios e principalmente vidas.
Pela sua importância, está prevista pela legislação, em vários níveis do Governo:
- No âmbito Federal, a lei 6514 / 77, define as diretrizes sobre Segurança e Medicina do Trabalho, regulamentada pela portaria 3214 / 78, através da NR 23.
- No âmbito Estadual, o Dec. Est. 46.076/01, institui o Regulamento de Segurançacontra Incêndio das Edificações e Áreas de Risco, e está especificado na I.T. 17, combinada com as NBR 14726 e 14277 da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas.
- No âmbito Municipal é requisito básico regulamentado pelos Códigos de Obra para a obtenção da Licença ou Alvará de funcionamento das Empresas, combinados com o AVCB - Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros.
- No âmbito Securitário, o IRB, pela circular 006/92 da SUSEP, também contempla diretrizes e bonificações no prêmios do seguro pela implantação das Brigadas de Incêndio.
Composição e quantificação das Brigadas
Deve ser composta por uma porcentagem da população fixa por andar da edificação ou da área de risco, que deve ser calculada pela seguinte fórmula:
POPULAÇÃO FIXA x Nº da % de Cálculo da Área de Risco
Em linhas gerais, cerca de 10% dos funcionários da empresa devem ser treinados.
Currículo básico do curso de formação e treinamento da Brigada NBR 14276
Parte Teórica:
01 - Introdução: Objetivos do curso e o brigadista;
02 - Teoria do Fogo: Combustão e seus elementos;
03 - Propagação do Fogo: Condução / Irradiação / Convecção;
04 - Classes de Incêndo: Classificação e Características;
05 - Métodos de Extinção: Isolamento, Abafamento, Resfriamento e Extinção Química;
06 - Ventilação: Técnicas de Ventilação;
07 - Agentes Extintores: Água (jato / neblina). PQS, CO2, Espumas e outros;
08 - Equipamentos de Combate a Incêndio: Extintores, Hidrantes, Mangueiras e acessórios EPI, corte, arrombamento, remoção e iluminação;
09 - Equipamentos de Detecção, Alarme e Comunicações: Tipos e Funcionamento;
10 - Abandono de Área:Procedimentos.
Parte Prática:
- Combate a Incêndio;
- Primeiros Socorros.
Avaliação
- Avaliação Geral.
PRIMEIROS SOCORROS - Currículo Básico do Curso Formação e Treinamento de Brigada
Parte Teórica:
01 - Análise de Vítimas: Avaliação primária;
02 - Vias Aéreas: Causas de obstrução e liberação;
03 - RCP Reanimação Cardio Pulmonar: Ventilação Artificial e compressão cardíaca externa;
04 - Hemorragias: Classificação e Tratamento.
Parte Prática:
- Primeiros Socorros
Avaliação:
- Avaliação Geral.
Para saber mais, consulte o site: http://www.ccb.policiamilitar.sp.gov.br/
Sua ação é vital, nos primeiros cinco minutos de combate e extinção do fogo, antecedendo a ação do Corpo de Bombeiros.
Sua eficácia tem sidoa salvação de empresas, preservando patrimônios e principalmente vidas.
Pela sua importância, está prevista pela legislação, em vários níveis do Governo:
- No âmbito Federal, a lei 6514 / 77, define as diretrizes sobre Segurança e Medicina do Trabalho, regulamentada pela portaria 3214 / 78, através da NR 23.
- No âmbito Estadual, o Dec. Est. 46.076/01, institui o Regulamento de Segurançacontra Incêndio das Edificações e Áreas de Risco, e está especificado na I.T. 17, combinada com as NBR 14726 e 14277 da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas.
- No âmbito Municipal é requisito básico regulamentado pelos Códigos de Obra para a obtenção da Licença ou Alvará de funcionamento das Empresas, combinados com o AVCB - Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros.
- No âmbito Securitário, o IRB, pela circular 006/92 da SUSEP, também contempla diretrizes e bonificações no prêmios do seguro pela implantação das Brigadas de Incêndio.
Composição e quantificação das Brigadas
Deve ser composta por uma porcentagem da população fixa por andar da edificação ou da área de risco, que deve ser calculada pela seguinte fórmula:
POPULAÇÃO FIXA x Nº da % de Cálculo da Área de Risco
Em linhas gerais, cerca de 10% dos funcionários da empresa devem ser treinados.
Currículo básico do curso de formação e treinamento da Brigada NBR 14276
Parte Teórica:
01 - Introdução: Objetivos do curso e o brigadista;
02 - Teoria do Fogo: Combustão e seus elementos;
03 - Propagação do Fogo: Condução / Irradiação / Convecção;
04 - Classes de Incêndo: Classificação e Características;
05 - Métodos de Extinção: Isolamento, Abafamento, Resfriamento e Extinção Química;
06 - Ventilação: Técnicas de Ventilação;
07 - Agentes Extintores: Água (jato / neblina). PQS, CO2, Espumas e outros;
08 - Equipamentos de Combate a Incêndio: Extintores, Hidrantes, Mangueiras e acessórios EPI, corte, arrombamento, remoção e iluminação;
09 - Equipamentos de Detecção, Alarme e Comunicações: Tipos e Funcionamento;
10 - Abandono de Área:Procedimentos.
Parte Prática:
- Combate a Incêndio;
- Primeiros Socorros.
Avaliação
- Avaliação Geral.
PRIMEIROS SOCORROS - Currículo Básico do Curso Formação e Treinamento de Brigada
Parte Teórica:
01 - Análise de Vítimas: Avaliação primária;
02 - Vias Aéreas: Causas de obstrução e liberação;
03 - RCP Reanimação Cardio Pulmonar: Ventilação Artificial e compressão cardíaca externa;
04 - Hemorragias: Classificação e Tratamento.
Parte Prática:
- Primeiros Socorros
Avaliação:
- Avaliação Geral.
Para saber mais, consulte o site: http://www.ccb.policiamilitar.sp.gov.br/
Após a aplicação de todas as exigências do Curso Básico da Formação de Brigada de Incêndio IT-17, será combinada com a IT-37 e outros protocolos operacionais e de segurança. Dar-se-á ênfase à parte teórica e à prática em módulo e simulador apropriado, onde é desaconselhável o uso de extintores de água, em virtude de riscos aos usuários e aos equipamentos em áreas eletrificadas.
Áreas Eletrificadas: A NR 10 exige novos procedimentos de segurança para o treinamento dos brigadistas, operadores e eletricistas em: E.T.D., Cabines Primárias e Secundárias, para atendimento em emergências, nas manobras, desenergização, aterramento, verificação da ausência de tensão, combate ao incêndio, explosões, vazamento químico e contensão do óleo.
Áreas Eletrificadas: A NR 10 exige novos procedimentos de segurança para o treinamento dos brigadistas, operadores e eletricistas em: E.T.D., Cabines Primárias e Secundárias, para atendimento em emergências, nas manobras, desenergização, aterramento, verificação da ausência de tensão, combate ao incêndio, explosões, vazamento químico e contensão do óleo.
Aplicação de todas as exigências do Curso Básco da Formação de Brigada de Incêndio - IT 17, com ênfase à prática em pista apropriada, regulamentada por Portaria e Norma Reguladora da "Direng" - Diretoria de Engenharia do Ministério da Aeronáutica, da NBR 12.252, e as demais normas reguladoras da ANAC.
O Curso de prevenção contra Incêndio para o receptivo em operação em Heliponto ou Heliporto, visa atender às necessidades do mercado de São Paulo, o qual detém o 3º lugar de maior tráfego aéreo de helicópteros do mundo, assim como,se adequar à legislação, habilitando operacionalmente o pessoal destinado a exercer as funções de Apoio ao Solo nas operações de pouso e decolagem localizados sobre edificações e em solo, em acordo com as Diretrizes Operacionais do Ministério de Aeronáutica e ANAC.
Aplicação de todas as exigências do Curso Básico de Formação de Brigada de Incêndio, IT 17, combinada com IT 31, dar-se-á ênfase á parte teórica e à prática deste módulo em simulador apropriado.
Legislações Pertinentes:
- Lei nº 7.565 de 19 / 12 / 1986 - Código Brasileiro de Aeronáutica;
- Portaria Ministerial nº 18 / GM5, de 14 / 02 / 1974 - Instruções para Operações de Helicópteros, para construção e utilização de helipontos e heliportos (considerações construtivas e operacionais);
- Instrução do Comando da Aeronáutica - ICA 92-1 de 24 / 01 / 2000 - Nível de proteção contra incêndio em Aeródromos;
- Instrução de Aviação Civil - IAC 4.310, de 21 / 12 / 2001 - Instrução para autorização de construção e de registro de Aeródromo Privado.
Aplicação de todas as exigências do Curso Básico de Formação de Brigada de Incêndio, IT 17, combinada com IT 31, dar-se-á ênfase á parte teórica e à prática deste módulo em simulador apropriado.
Legislações Pertinentes:
- Lei nº 7.565 de 19 / 12 / 1986 - Código Brasileiro de Aeronáutica;
- Portaria Ministerial nº 18 / GM5, de 14 / 02 / 1974 - Instruções para Operações de Helicópteros, para construção e utilização de helipontos e heliportos (considerações construtivas e operacionais);
- Instrução do Comando da Aeronáutica - ICA 92-1 de 24 / 01 / 2000 - Nível de proteção contra incêndio em Aeródromos;
- Instrução de Aviação Civil - IAC 4.310, de 21 / 12 / 2001 - Instrução para autorização de construção e de registro de Aeródromo Privado.
Após aplicação de todas as exigências do Curso Básico de Formação de Brigada de Incêndio IT 17, dar-se-á ênfase à prática deste módulo em cenário apropriado.
Aplicando-se a IT 26 / 2004 - Em se tratando da montagem do Sistema Fixo de Gases para Combate a Incêndio, onde é desaconselhável o uso de extintores de água, em virtude de riscos aos usuários e aos equipamentos em áreas eletrificadas, bem como extintor de PQS (Pó Químico Seco), que pode provocar a corrosão dos equipamentos.
Aplicando-se a IT 26 / 2004 - Em se tratando da montagem do Sistema Fixo de Gases para Combate a Incêndio, onde é desaconselhável o uso de extintores de água, em virtude de riscos aos usuários e aos equipamentos em áreas eletrificadas, bem como extintor de PQS (Pó Químico Seco), que pode provocar a corrosão dos equipamentos.
Dar-se-á ênfase às partes teórica e prática deste módulo, em cenário apropriado, onde serão abordados os seguintes tópicos: partes do incêndio, perímetro, cabeça, dedo, flancos, focos secundários, bolsa e ilha, influência da propagação, condições metereológicas, tipos de terreno, classificação dos incêndios, métodos e equipamentos de combate.
Pela sua natureza e condições especiais, as ações de combate a incêndio, nestas áreas, devem ser criteriosamente pré- analisadas, tendo em vista as condições dos pacientes para remoção. Qualquer ação deve ser organizada com a participação efetiva do Corpo Clínico da UTI.
Procedimento de treinamento no abandono hospitalar de uma UTI - Este trabalho começou a ser desenvolvido juntamente com grupo GESTAS (Grupo de Estudo em Segurança do Trabalho na área de saúde em São Paulo), pois a grande preocupação é que em geral as UTI's estão instaladas nos últimos andares dos hospitais, não possuindo rampas de acesso.
O Simulador Hospitalar é composto por 3 ambientes distintos. Área de:
• RPA - Recuperação pós Anestésico; com paciente lúcido, porém sem condição de locomoção, conectado a soro.
• CC - Centro Cirúrgico; paciente preparado para cirurgia, anestesiado, inconsciente, conectado aos aparelhos e com soro.
• B - Berçário; Recém nascidos normais em berços ou isoletes.
Procedimento de treinamento no abandono hospitalar de uma UTI - Este trabalho começou a ser desenvolvido juntamente com grupo GESTAS (Grupo de Estudo em Segurança do Trabalho na área de saúde em São Paulo), pois a grande preocupação é que em geral as UTI's estão instaladas nos últimos andares dos hospitais, não possuindo rampas de acesso.
O Simulador Hospitalar é composto por 3 ambientes distintos. Área de:
• RPA - Recuperação pós Anestésico; com paciente lúcido, porém sem condição de locomoção, conectado a soro.
• CC - Centro Cirúrgico; paciente preparado para cirurgia, anestesiado, inconsciente, conectado aos aparelhos e com soro.
• B - Berçário; Recém nascidos normais em berços ou isoletes.
Emergências Químicas e o impacto com o meio ambiente: Visa capacitar os brigadistas às primeiras ações de identificação dos riscos, isolamento da área e ações diretas, que visam a Prevenção de Vidas, o Meio Ambiente, instalações e operações das Empresas. Legislação Federal 96.044 / 88, portaria 204 / 97, NBR 7500 e 7504, e outros da ABNT e a IT 32 do Dec. Est. 46.076 / 01.ISO 14000.
Acidentes Ambientais: Os acidentes ambientais podem ser definidos como qualquer evento anormal, indesejado e inesperado, que teha potencial para causar danos diretos ou indiretos ao homem e ao meio ambiente.
Acidentes Naturais: Causados por fenômenos da natureza, cuja grande maioria independe das intervenções do homem, como por exemplo, terremotos, maremotos, furacões e outros.
Acidentes Tecnológicos: Ocorrências geradas pelas atividades desenvolvidas pelo homem, normalmente relacionadas com a manipulação de substâncias químicas perigosas.
Os acidentes ambientais envolvendo substâncias químicas, são eventos que podem resultar em danos ao homem e ao meio ambiente. Portanto, as Equipes de Emergência devem estar devidamente treinadas e equipadas para o atendimento a tais situações.
Para um melhor preparo das equipes de emergência, que farão frente às emergências ambientais com produtos químicos, desenvolvemos cenários emergenciais o mais próximos da realidade, e os seguintes treinamentos:
• Gerenciamento de Emergência;
• Atendimento a Emergências Ambientais;
• Conceitos básicos de Emergência com Produtos Químicos;
• Atendimento de Emergências com Produtos Químicos Perigosos.
Estes cursos são desenvolvidos em 3 níveis: Básico de 8 horas; Intermediário de 16 horas e avançado de 24 horas.
Acidentes Ambientais: Os acidentes ambientais podem ser definidos como qualquer evento anormal, indesejado e inesperado, que teha potencial para causar danos diretos ou indiretos ao homem e ao meio ambiente.
Acidentes Naturais: Causados por fenômenos da natureza, cuja grande maioria independe das intervenções do homem, como por exemplo, terremotos, maremotos, furacões e outros.
Acidentes Tecnológicos: Ocorrências geradas pelas atividades desenvolvidas pelo homem, normalmente relacionadas com a manipulação de substâncias químicas perigosas.
Os acidentes ambientais envolvendo substâncias químicas, são eventos que podem resultar em danos ao homem e ao meio ambiente. Portanto, as Equipes de Emergência devem estar devidamente treinadas e equipadas para o atendimento a tais situações.
Para um melhor preparo das equipes de emergência, que farão frente às emergências ambientais com produtos químicos, desenvolvemos cenários emergenciais o mais próximos da realidade, e os seguintes treinamentos:
• Gerenciamento de Emergência;
• Atendimento a Emergências Ambientais;
• Conceitos básicos de Emergência com Produtos Químicos;
• Atendimento de Emergências com Produtos Químicos Perigosos.
Estes cursos são desenvolvidos em 3 níveis: Básico de 8 horas; Intermediário de 16 horas e avançado de 24 horas.
Espaço confinado é um lugar com dimensões reduzidas e de fácil acesso, sua entrada e sua saída são restritas, não são projetados para ocupação contínua, que devido a uma ventilação natural deficiente, pode apresentar uma atmosfera tóxica e/ou inflamável, ou possuir uma atmosfera deficiente em oxigênio. Ainda que não pareça, são trabalhos verdadeiramente perigosos, e muitas vezes imprevisíveis, pois suas condições atmosféricas podem mudar rapidamente. Felizmente, a frequência de acidentes em espaços confinados não é tão grande, se comparados a outros tipos de acidentes, porém seu potencial de risco é alto, seguido de um fenômeno chamado de efeito dominó, ou reação em cadeia, onde um trabalhador vendo seu colega acidentado no interior do espaço confinado, entra para resgatá-lo, e se torna mais uma vítima. Estatísticamente, vemos que 36% das mortes no interior do espaço confinado, são por tentativas de resgate, por parte de trabalhadores bem intencionados, porém sem preparo.
Os espaços confinados, no Brasil, são regulamentados pelo Ministério do Trabalho, através da Norma Regulamentadora 33 - Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaço Confinado e pela Associação Brasileira de Normas Técnicas, através das NBR 14.606 - Postos de Serviço - Entrada em Espaço Confinado e NBR 14.787 - Espaço Confinado - Prevenção de Acidentes, procedimentos e medidas de proteção.
Estas normas prevêem que as empresas classifiquem seus espaços confinados e que sejam treinados todos os trabalhadores que realisam trabalhos no interior dos espaços confinados. Devem ser treinados também os supervisores que permitem a entrada nos espaços confinados, bem como as empresas devem ter um Plano de Emergência e/ou uma equipe de resgate.
Estes cursos visam atender a legislação (NR - 33) no desenvolvimento de treinamentos para os níveis:
• Trabalhador e Vigia de espaços confinados - 16 horas
• Supervisor de espaços confinados - 40 horas
• Equipe de resgate técnico em espaços confinados - 40 horas
Os espaços confinados, no Brasil, são regulamentados pelo Ministério do Trabalho, através da Norma Regulamentadora 33 - Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaço Confinado e pela Associação Brasileira de Normas Técnicas, através das NBR 14.606 - Postos de Serviço - Entrada em Espaço Confinado e NBR 14.787 - Espaço Confinado - Prevenção de Acidentes, procedimentos e medidas de proteção.
Estas normas prevêem que as empresas classifiquem seus espaços confinados e que sejam treinados todos os trabalhadores que realisam trabalhos no interior dos espaços confinados. Devem ser treinados também os supervisores que permitem a entrada nos espaços confinados, bem como as empresas devem ter um Plano de Emergência e/ou uma equipe de resgate.
Estes cursos visam atender a legislação (NR - 33) no desenvolvimento de treinamentos para os níveis:
• Trabalhador e Vigia de espaços confinados - 16 horas
• Supervisor de espaços confinados - 40 horas
• Equipe de resgate técnico em espaços confinados - 40 horas
Visa treinamento para trabalho em atmosferas com contaminantes tóxicos e deficiência de oxigênio, onde as equipes de emergência não conhecem as condições do ambiente onde vão atuar. Faz-se necessário uso de equipamentos de proteção respiratória, as técnicas necessárias para a escolha do equipamento adequado, sua utilização, limitações e manutenção. São realizados treinamentos teóricos e práticos, com o uso dos diversos tipos de equipamentos, suas utilizações em simuladores e locais de difícil acesso, e atmosferas contaminadas.
O uso de proteção respiratória está previsto nas normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho NR 6 - Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e no Programa de Proteção Respiratória.
Os cursos são desenvolvidos em teoria e prática, com duração de 8 horas.
O uso de proteção respiratória está previsto nas normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho NR 6 - Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e no Programa de Proteção Respiratória.
Os cursos são desenvolvidos em teoria e prática, com duração de 8 horas.
Cada vez mais, num mundo globalizado, se faz necessário o trabalho em ambientes verticais (trabalho em altura), torres de rede elétrica, telecomunicações, manutenção em fachadas, telhados, e outros serviços que expõem o homem a riscos de quedas. Conhecer os fatores de risco e as mais modernas técnicas e equipamentos de segurança contra quedas e para trabalho em altura, se torna essencial ao trabalhador. Por outro lado, as equipes de resgate precisam se especializar para executar resgate em locais de difícil acesso, com rapidez e segurança. Para isso, oferecemos os treinamentos:
• Movimentação em trabalho em altura - 16 horas
• Movimentação em altura com auto resgate - 24 horas
• Resgate em alturas - 40 horas
Os treinamentos atendem às normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho:
• NR 6 - Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
• NR 10 - Segurança em Instalações e Serviços em Elétricas
• NR 18 - Condições e Meio Ambiente de trabalho na indústria da construção
• Movimentação em trabalho em altura - 16 horas
• Movimentação em altura com auto resgate - 24 horas
• Resgate em alturas - 40 horas
Os treinamentos atendem às normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho:
• NR 6 - Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
• NR 10 - Segurança em Instalações e Serviços em Elétricas
• NR 18 - Condições e Meio Ambiente de trabalho na indústria da construção
Visa capacitá-los para emergências a bordo que envolvam: princípios de incêndios, primeiros socorros, pânico, aterrisagem forçada, abandono da aeronave, e ainda, sobrevivência em selva e mar, dentro de padrões internacionais e normas da ANAC.
• Princípio de Incêndio: Combate ao fogo com uso e manuseio de diferentes tipos de extintores em local fechado (INDOOR) ou galpão simulador.
• Primeiros Socorros: Atendimento a vítimas de trauma ou emergência clínica, colocando-a sob cuidados médicos.
• Pânico: Domínio de situação adversa como, emergências de vôo, intempéries, sequestro e atentado terrorista (World Trade Center).
• Abandono: Utilização do simulador MOCK - UP 737, para abandono da aeronave com fumaça densa e fogo, utilizando rotas de fuga pela escorregadeira (slyde), saída pela janela (asa) e pela cabine.
• Sobrevivência na Selva e Mar: Preparação para situação de emergência em selva, aplicando Técnicas de Sobrevivência para preservação da vida, em simulações para resgate, primeiros socorros, abrigo, sinalização e comunicação, busca de água e alimentação. Da mesma forma, no mar, com destaque para o uso e manuseio de bote e colete salva - vidas, e demais técnicas.
• Princípio de Incêndio: Combate ao fogo com uso e manuseio de diferentes tipos de extintores em local fechado (INDOOR) ou galpão simulador.
• Primeiros Socorros: Atendimento a vítimas de trauma ou emergência clínica, colocando-a sob cuidados médicos.
• Pânico: Domínio de situação adversa como, emergências de vôo, intempéries, sequestro e atentado terrorista (World Trade Center).
• Abandono: Utilização do simulador MOCK - UP 737, para abandono da aeronave com fumaça densa e fogo, utilizando rotas de fuga pela escorregadeira (slyde), saída pela janela (asa) e pela cabine.
• Sobrevivência na Selva e Mar: Preparação para situação de emergência em selva, aplicando Técnicas de Sobrevivência para preservação da vida, em simulações para resgate, primeiros socorros, abrigo, sinalização e comunicação, busca de água e alimentação. Da mesma forma, no mar, com destaque para o uso e manuseio de bote e colete salva - vidas, e demais técnicas.